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Investir regularmente
Investir todos os meses - em períodos de alta ou
de baixa do mercado - é um princípio básico
para criar uma poupança de longo prazo.
Aplicando uma quantia fixa todos os meses, o investidor acabará
comprando menos ações nos períodos de
alta e mais nos de baixa. Isso é uma maneira de comprar
ações por um preço médio. Como
é muito difícil saber se a Bolsa vai subir ou
cair nos próximos dias, comprar sempre é uma
boa estratégia. Esse princípio diminui o efeito
das oscilações da Bolsa. Com ele, o investidor
ganha com a valorização das ações
no longo prazo.
Reinvestir todos os lucros e dividendos
Reaplique no mercado todos os lucros de seus investimentos.
Isto permitirá que os ganhos cresçam com uma
capitalização composta. O investidor que faz
isso ganha mais do que se deixasse apenas o capital original
aplicado. O brasileiro costuma chamar a capitalização
composta de “juros-sobre-juros” e, normalmente,
é apresentado a ela quando assume alguma dívida.
No caso dos investimentos, os “juros-sobre-juros”
trabalharão a seu favor.
Investir em empresas com grande crescimento
Selecione ações de empresas com vendas e lucros
que tenham crescido mais que o Produto Interno Bruto nos últimos
anos. Invista naquelas com perspectivas de manter esse crescimento
no futuro. O método INI ensina como identificar empresas
em crescimento.
Diversificar ativos
Algumas ações terão rendimentos menores
que o esperado, outras terão rendimentos maiores. Como
é impossível prever o futuro com precisão,
não se deve esperar que todos os resultados sejam bons.
Diversificando, investindo em várias ações
diferentes, você precisará apenas de um crescimento
médio que alcance sua meta. Assim, uma ação
com rendimento abaixo do previsto não provocará
um grande desequilíbrio em seus rendimentos.
Exigir boa governança corporativa
Procure investir em empresas que adotam princípios
de governança corporativa. Uma boa governança
quer dizer adotar regras que garantam o fornecimento de informações
rigorosas sobre as contas da empresa, que estimulem o aumento
da liquidez das ações na Bolsa e que protejam
os acionistas minoritários de decisões dos controladores
que possam prejudicá-los.
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